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Deixa
Minha
fantasia
Que nela
Acordo
todo dia
Para
trabalhar
Sem me
perder
Na utopia
Deixa
Minha
poesia
Que me
ocupa
Quando não
posso
Me ocupar
de ti
Que me
acalma
Me diverte
Que segura
Minhas
barras
Que
embalam
A saudade
As
estradas
E as
distâncias
Que nos
separam
É meu robe
Meu carma
Meu darma
Minha alma
Minha cama
Prazeroso
dever
Plano B
Válvula de
escape
De coisas
Que não se
poderia
Fugir
Me salva
De me
perder
Não escapo
Não me
escondo
Dos meus
versos
Não me
encolho
Não
escolho
Nem quero
Escolher
Me perdoa
Pelo vício
Pelo
impulso
De
escrever
Perdoa
A poesia
Que me
impede
De enlouquecer
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LEIA O LIVRO "POESIA SÓ DE BRINCADEIRA"