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Meu
verso nasce livre
De
qualquer pecado
De
qualquer castigo
É
mestiço
Cada
um tem estilo
Sua
métrica seu rítmo
Não
cabem em caixotes
Não
são empilhados
Como
tijolos
Cada
um segue sua trilha
Incertos
E
mutantes
Não
os moldo
Apaenas
deixo que fluam
Não
forço a rima
Infinitas
são as formas
Com
que as palvras se combinam
Não
amasso palavras
Não
as entorto
Deixo
que venham
As
aceito
Como
elas são
Se
distorço
É
paara dar sentido
Ao
que eu digo
Para
chamar a atenção
Para
que
O
que entre pelo ouvido
Chegue ao coração
E
Acima
de tudo
Me
faça entendido
Dou
ao meu verso
Acesso
irrestrito
Minha
mensagem é explícita
Não
precisa de bula
Ou
nota de explicação
Mas
aceito sua crítica
(As
sérias
E
as de chacota)
Ideia
Ou
sugestão
E
como ves
Elas
já me inspiram
Viram
poema
E
crônica
Na
minha mão
Enquanto
agente brinca
E
fala sério
A
amizade cresce
E
com ela a poesia
E
muitas outras frutas nesse pomar
Saiba
Que
dou muito valor à sua cultura
Mas
ainda não me atrevo
A
navegar os mares que navegas
Não
te nego
Apenas
te peço
Que
espere
Enquato
isso
E
curta
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LEIA O LIVRO "POESIA SÓ DE BRINCADEIRA"