domingo, 29 de junho de 2014

AAAAAAATEEEEENTO QUÍMICO RENAN.

204
Meu verso nasce livre
De qualquer pecado
De qualquer castigo
É mestiço
Cada um tem estilo
Sua métrica seu rítmo
Não cabem em caixotes
Não são empilhados
Como tijolos
Cada um segue sua trilha
Incertos
E mutantes
Não os moldo
Apaenas deixo que fluam

Não forço a rima
Infinitas são as formas
Com que as palvras se combinam
Não amasso palavras
Não as entorto
Deixo que venham
As aceito
Como elas são
Se distorço
É paara dar sentido
Ao que eu digo
Para chamar a atenção
Para que
O que entre pelo ouvido

Chegue ao coração
Acima de tudo
Me faça entendido

Dou ao meu verso
Acesso irrestrito
Minha mensagem é explícita
Não precisa de bula
Ou nota de explicação

Mas aceito sua crítica
(As sérias
E as de chacota)
Ideia
Ou sugestão
E como ves
Elas já me inspiram
Viram poema
E crônica
Na minha mão

Enquanto agente brinca
E fala sério
A amizade cresce
E com ela a poesia
E muitas outras frutas nesse pomar
Saiba
Que dou muito valor à sua cultura
Mas ainda não me atrevo
A navegar os mares que navegas
Não te nego
Apenas te peço
Que espere
Enquato isso

E curta

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