segunda-feira, 7 de abril de 2014

O QUE ME FORTALECE.



170
Recebo no peito
A primeira pedra...
E a última
Se é mineral
Ou rocha
Não importa
Pavimento minha estrada
Construo minha casa
Fico mais forte
A cada pedrada

domingo, 30 de março de 2014

SOBRE HAI KAIS.





159
Pés na areia
Enquanto caminho
Ouço os ouvidos

Depois de Leminski
Todos os meus hai kais
Estão redimidos


                                                                                 





                                                                                                                                                               

quinta-feira, 27 de março de 2014

PEQUENOS POEMAS.




Venho trazer ao bloge uma discução sobre poesias e poemas. Como fiz outro dia no grupo palavreado do face book, quando coloquei a quetão das retcências. Nesse dia já estava pensando na questão que coloco agora, com já estou pensando em uma outra questão para ser colocada mais asdiante. Discutir e avaliar formas de se fazer poesia é o que mais tenho aproveitado pela convivência no grupo palavreado.
Tenho notado que grande parte dos poemas que são postadoa alí, são pequenos poemas de uma ou duas estrofes, com poucos versos. Eu mesmo sou grande adépto desse tipo de poemas.
Outro dia alguém reclamau em um post, questionando a qualidade dos poemas curtos, nominando-os de pseudopoemas. A treta foi grande e muito produtiva. Pena que a galera se exalta, quando podiam siplismente discutir numa boa.
Pois outro dia fiz um poema desses

“143
Quase mata
O coração
De terror
E adrenalina
A polícia na esquina
E o bandido na outra”

Uma estrofe, seis versos, quinze palavras contando com as conexões. Fiquei pensando que poderia discorrer mais sobre o assunto, explicar melhor e decifrar tudo que está por tráz do poema e tudo que eu penso a respeito do tema. Pensei, ponderei bastante, sem escrever nada, mas buscando esse complemento, que eu questionava sua falta, necessidade, ou exesso. Decidi que bastava como alí estava, que quem deveria completar o poema era o leitor, buscar nele a razão para o meu sentimento, baseado nas suas experiências, nas suas convicções, nos seus sentimento, viajar comigo e ser poeta na minha poesia. Questionei até se não era preguiça de escrever, mas tive argumentos convincentes para parar por alí.
Hoje fiz uma poesia de duas estrofes, sete verssos e desesseis palavras. Me veio a mesma questão, continuar escrevendo ou parar agora?




154
Poesia
Pode ou não
Ter rima

São infintas
As formas
Que as palavras

Se combinam

Dessa vez decidi ir em frente e completar a poesia.


Nos sons
No rítmo
No sentido
Da primeira
À última sílaba

Se juntam
Se dividem
Se invetam
Se encontram
Se alinham
Se distorcem

A mensagem
Entra com música
Como um mantra
Comunica
E nos diverte
As vezes emocionam
E nos derrete

Faz pensar
Transformar
E agir
Ou somente chocar
Sorrir
Cantar
Me descarregar

Num jogo de poeta
E leitor
Poesia de um livro
Poesia de amor
Poesia de internet

Gostaria de saber a opinião de vocês. Como agem? Se fazem o mesmos questionamentos que faço? Como decidem a hoara de parar sua poesia?

123
O soneto
O hai-kai
A redção do vestibular
Me facilitam a vida
Me dizendo onde tenho que parar

A poesia
Sintetisa
Faz da página
Um verso
E liberta o leitor
Para imaginar um universo

A forma condiciona o momento de parar.

domingo, 16 de março de 2014

O MAIOR AMOR



145
Gosto tanto
Quando me trazes
Seu amor em bandeja

Em carinhos
Mimos que carrego comigo
E me fazem te lembrar por aí

Do seu sorriso na chegada
Da sua pele que me leva
Sua aura me envolve

Dos seus olhos tristes na partida
Até quando ficas de birra
Mensurando esse amor

És tu
Que me dá vida  e sentido
Meu inferno e paraíso
Perfeito equilíbrio
Com quem sonho e realizo
Maior amor da minha vida




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