LEIA O LIVRO DOCES EXPLOSIVOS, POEMAS RADIATIVOS. Faça seu pedido pelo email: marcossarapim@gmail.com ao preço de R$ 30,00 com frete grátis para qualquer parte do Brasil.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
segunda-feira, 7 de abril de 2014
O QUE ME FORTALECE.
170
Recebo no peito
A primeira pedra...
E a última
Se é mineral
Ou rocha
Não importa
Pavimento minha
estrada
Construo minha casa
Fico mais forte
A cada pedrada
domingo, 30 de março de 2014
SOBRE HAI KAIS.
159
Pés
na areia
Enquanto
caminho
Ouço
os ouvidos
Depois
de Leminski
Todos
os meus hai kais
Estão
redimidos
quinta-feira, 27 de março de 2014
PEQUENOS POEMAS.
Venho trazer ao bloge uma discução sobre poesias e poemas. Como fiz outro dia no grupo palavreado do face book, quando
coloquei a quetão das retcências. Nesse dia já estava pensando na questão que coloco
agora, com já estou pensando em uma outra questão para ser colocada mais
asdiante. Discutir e avaliar formas de se fazer poesia é o que mais tenho
aproveitado pela convivência no grupo palavreado.
Tenho
notado que grande parte dos poemas que são postadoa alí, são pequenos poemas
de uma ou duas estrofes, com poucos versos. Eu mesmo sou grande adépto desse
tipo de poemas.
Outro
dia alguém reclamau em um post, questionando a qualidade dos poemas curtos,
nominando-os de pseudopoemas. A treta foi grande e muito produtiva. Pena que a
galera se exalta, quando podiam siplismente discutir numa boa.
Pois
outro dia fiz um poema desses
“143
Quase
mata
O
coração
De
terror
E
adrenalina
A
polícia na esquina
E
o bandido na outra”
Uma
estrofe, seis versos, quinze palavras contando com as conexões. Fiquei pensando
que poderia discorrer mais sobre o assunto, explicar melhor e decifrar tudo que
está por tráz do poema e tudo que eu penso a respeito do tema. Pensei, ponderei
bastante, sem escrever nada, mas buscando esse complemento, que eu questionava
sua falta, necessidade, ou exesso. Decidi que bastava como alí estava, que quem
deveria completar o poema era o leitor, buscar nele a razão para o meu
sentimento, baseado nas suas experiências, nas suas convicções, nos seus
sentimento, viajar comigo e ser poeta na minha poesia. Questionei até se não
era preguiça de escrever, mas tive argumentos convincentes para parar por alí.
Hoje
fiz uma poesia de duas estrofes, sete verssos e desesseis palavras. Me veio a
mesma questão, continuar escrevendo ou parar agora?
154
Poesia
Pode
ou não
Ter
rima
São
infintas
As
formas
Que
as palavrasSe combinam
Dessa
vez decidi ir em frente e completar a poesia.
Nos
sons
No
rítmo
No
sentido
Da
primeira
À
última sílaba
Se
juntam
Se
dividem
Se
invetam
Se
encontram
Se
alinham
Se
distorcem
A
mensagem
Entra
com música
Como
um mantra
Comunica
E
nos diverte
As
vezes emocionam
E
nos derrete
Faz
pensar
Transformar
E
agir
Ou
somente chocar
Sorrir
Cantar
Me
descarregar
Num
jogo de poeta
E
leitor
Poesia
de um livro
Poesia
de amor
Poesia
de internet
Gostaria
de saber a opinião de vocês. Como agem? Se fazem o mesmos questionamentos que
faço? Como decidem a hoara de parar sua poesia?
123
O soneto
O hai-kai
A redção do
vestibular
Me facilitam a
vida
Me dizendo onde
tenho que parar
A poesia
Sintetisa
Faz da página
Um verso
E liberta o
leitor
Para imaginar um
universo
A
forma condiciona o momento de parar.
domingo, 16 de março de 2014
O MAIOR AMOR
Gosto
tanto
Quando
me trazes
Seu
amor em bandeja
Em
carinhos
Mimos
que carrego comigo
E
me fazem te lembrar por aí
Do
seu sorriso na chegada
Da
sua pele que me leva
Sua
aura me envolve
Dos
seus olhos tristes na partida
Até
quando ficas de birra
Mensurando
esse amor
És
tu
Que
me dá vida e sentido
Meu
inferno e paraíso
Com
quem sonho e realizo
Maior
amor da minha vida
LEIA O LIVRO
POESIA SÓ DE BRINCADEIRA
E NA
STATUS CAFÉ ARTE E CULTURA, RUA PERNAMBUCO,
1150, SAVASSI
BELO HORIZONTE – MG
marcossarapim@gmail.com
Assinar:
Comentários (Atom)

