Venho trazer ao bloge uma discução sobre poesias e poemas. Como fiz outro dia no grupo palavreado do face book, quando
coloquei a quetão das retcências. Nesse dia já estava pensando na questão que coloco
agora, com já estou pensando em uma outra questão para ser colocada mais
asdiante. Discutir e avaliar formas de se fazer poesia é o que mais tenho
aproveitado pela convivência no grupo palavreado.
Tenho
notado que grande parte dos poemas que são postadoa alí, são pequenos poemas
de uma ou duas estrofes, com poucos versos. Eu mesmo sou grande adépto desse
tipo de poemas.
Outro
dia alguém reclamau em um post, questionando a qualidade dos poemas curtos,
nominando-os de pseudopoemas. A treta foi grande e muito produtiva. Pena que a
galera se exalta, quando podiam siplismente discutir numa boa.
Pois
outro dia fiz um poema desses
“143
Quase
mata
O
coração
De
terror
E
adrenalina
A
polícia na esquina
E
o bandido na outra”
Uma
estrofe, seis versos, quinze palavras contando com as conexões. Fiquei pensando
que poderia discorrer mais sobre o assunto, explicar melhor e decifrar tudo que
está por tráz do poema e tudo que eu penso a respeito do tema. Pensei, ponderei
bastante, sem escrever nada, mas buscando esse complemento, que eu questionava
sua falta, necessidade, ou exesso. Decidi que bastava como alí estava, que quem
deveria completar o poema era o leitor, buscar nele a razão para o meu
sentimento, baseado nas suas experiências, nas suas convicções, nos seus
sentimento, viajar comigo e ser poeta na minha poesia. Questionei até se não
era preguiça de escrever, mas tive argumentos convincentes para parar por alí.
Hoje
fiz uma poesia de duas estrofes, sete verssos e desesseis palavras. Me veio a
mesma questão, continuar escrevendo ou parar agora?
154
Poesia
Pode
ou não
Ter
rima
São
infintas
As
formas
Que
as palavrasSe combinam
Dessa
vez decidi ir em frente e completar a poesia.
Nos
sons
No
rítmo
No
sentido
Da
primeira
À
última sílaba
Se
juntam
Se
dividem
Se
invetam
Se
encontram
Se
alinham
Se
distorcem
A
mensagem
Entra
com música
Como
um mantra
Comunica
E
nos diverte
As
vezes emocionam
E
nos derrete
Faz
pensar
Transformar
E
agir
Ou
somente chocar
Sorrir
Cantar
Me
descarregar
Num
jogo de poeta
E
leitor
Poesia
de um livro
Poesia
de amor
Poesia
de internet
Gostaria
de saber a opinião de vocês. Como agem? Se fazem o mesmos questionamentos que
faço? Como decidem a hoara de parar sua poesia?
123
O soneto
O hai-kai
A redção do
vestibular
Me facilitam a
vida
Me dizendo onde
tenho que parar
A poesia
Sintetisa
Faz da página
Um verso
E liberta o
leitor
Para imaginar um
universo
A
forma condiciona o momento de parar.
